Quando chega o fim do ano, a gente fica com aquela sensação de alívio, como se um peso fosse tirado de nossas costas. É o tempo de todo mundo gostar de todo mundo, parece ironia. A gente fica pensando e pesando o que fizemos de bom e ruim, e vai se sentindo mais solto.
Mesmo quando ouço alguma música que me lembre algo bom, aparece um turbilhão de pensamentos e lembranças, coisas fortes e fracas. Vem tudo de uma vez.
Daqui vinte dias tudo muda de novo, dá até um certa ansiedade pelas coisas que estão por vir.
Mas me sinto feliz mesmo assim.
É como dançar! Você aprende os passos, vai pegando o gingado, erra uma pisada aqui, gira pro lado errado ali, e quando está tudo bem ensaiado, a coisa fica bonita.
É interessante notar que não só nós mudamos, o mundo que está a nossa volta também passa por isso. Ou até nós mudamos de mundo. Eu tentei mudar, acho que consegui, e estou colhendo meus frutos. Não que isso seja de importância global, mas no meu globo é essencial.
Sei que é chato ficar falando de si mesmo, passa um ar egocêntrico, porém há pensamentos que eu precisava contar.
Bom, era isso, um desabafinho pra não perder a prática!
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Um comentário:
A gente começa a pensar no que fez e no que não fez nos últimos 365 dias - e, por que não, nos últimos 24, 36, 48 meses?
Eu sou uma pessoa meio assim... chega essa época, fico pensando em tudo que já passei. É uma coisa até emocionante... você começa a pensar na vida, o que fez e o vai fazer dela.
(o comentário vai ficar assim mesmo, inacabado... diriam por aí que tive um momento de epifania.. vai saber)
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